Francisco Lopes sobe na Alemanha.

logo_comunistas_portugueses_alemanhaO Organismo de Direcção dos Comunistas Portugueses residentes na Alemanha (ODN) congratula-se pelo resultado alcançado por Francisco Lopes no total das seis áreas consulares da Alemanha. O candidato apoiado pelo PCP duplica a percentagem de votos em relação às eleições presidenciais anteriores, passando de 7% (2006) para mais de 14% (2011). É de destacar o resultado alcançado na área consular de Dusseldorf onde a candidatura de Francisco Lopes obtém o dobro da votação de 2006, sendo o segundo candidato mais votado e subindo de 9,41% para 30%, tendo provocado ali a perda da maioria absoluta de Cavaco Silva que baixou de 65% para 41%.

Como os resultados deixam claramente transparecer, cresce também na Comunidade Portuguesa na Alemanha a consciência das consequências nefastas que a política anticomunidades e antipatriótica do Governo do PS/Sócrates com o apoio do actual Presidente da República está a provocar, enfraquecendo os elos de ligação a Portugal e procurando liquidar cada vez mais os direitos dos portugueses emigrados consagrados na Constituição da República Portuguesa.

Os numerosos eleitores, que, depois de terem percorrido por vezes grandes distâncias, foram impedidos de votar, apesar de constarem como votantes nas páginas da internet do Ministério da Administração Interna, são mais uma prova da incompetência, da irresponsabilidade e do desprezo do Governo pelas comunidades.

Só com a luta por uma política patriótica e de esquerda será possível impedir que Cavaco Silva com o apoio incondicional do PSD e do CDS, e o primeiro-ministro Sócrates com o apoio do PS continuem a empurrar ainda mais Portugal e as Comunidades Portuguesas para o desastre.

No ano em que o PCP celebra os 90 anos da sua fundação - com a sua história gloriosa da resistência contra o fascismo, com o seu contributo incomensurável na grande revolução libertadora do 25 de Abril e posteriormente na luta contra as políticas anti-sociais, antidemocráticas e antipatrióticas dos sucessivos governos - é necessário reforçar este Grande Partido, não só votando nele, mas também aderindo ao PCP para que a luta por um Portugal mais justo, mais digno, mais livre e democrático seja ainda mais forte e mais eficaz.

O Organismo de Direcção dos Comunistas Portugueses residentes na Alemanha

24 de Janeiro de 2011

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